Assine o Feed desse BlogHoje compartilho minhas solidões poéticas com o jovem teresopolitano Ivan de Souza Esteves, poetamigo e desenhista, mais um grande talento que encontrei nas salas de aula da Escola Municipal Alcino Francisco da Silva, onde leciono.
Hoje compartilho minhas solidões poéticas com o mestre, professor e companheiro de saraus, o poetamigo valenciano Gilson Gabriel. Apraz-me o caminho mais que a chegada Pois é o caminhar que, paulatino, o constrói Pois é onde se dão encontros e desencontros Pois é onde a desventura se supera e se destrói. Apraz-me o caminho mais que a chegada Ele é ponte que liga início e fim Nele é que se fazem as aventuras e lutas E cumpri-lo é sempre certeza de avanço ao futuro!.
O poema revê esse momento histórico, objetivando a reflexão para essa data e o resultado do processo abolicionista, que retirou os grilhões enferrujados dos pulsos dos afrodescendentes e os atou à marginalização no sub-emprego, na ausência de projetos que lhes aumentassem a perspectiva de uma trajetória mais digna e melhores condições de vida em uma sociedade eurocêntrica hipócrita, conservadora e aproveitadora.
Com posição política bem definida (sempre "à esquerda"), dono de um lirismo rico em valores humanos e sabedoria , hoje Gilson Gabriel nos leva "ao caminho" da arte e da resistência lírica ao universo que nos massifica.
Não posso deixar de registrar o momento especial que vivi na inauguração da Exposição em Cerâmica “Além da visão”, do Grupo “Luz da Terra”, às 19 h do dia 10 de maio, na Aliança Francesa, em Niterói/RJ.
Tudo bem, postar após a meia-noite não é um fato normal pra mim, principalmente se vou trabalhar daqui a pouco, de manhã, mas não posso deixar de registrar o momento especial que vivi na noite de 10 de maio. Fui convidado, por Janaína da Cunha, do Identidade Cultural & Movimento Culturista, para declamar durante as festividades de inauguração da Exposição em Cerâmica “Além da visão”, do Grupo “Luz da Terra”, às 19 h do dia 10 de maio, na Aliança Francesa, em Niterói/RJ...
Hoje é meu aniversário e quem ganha o presente são vocês, leitores! Deixo para seus olhos anseios as memórias de aniversários passados; um poema-lembrança descaradamente inspirado no poema "Profundamente", de Manuel Bandeira. Só no dia seguinte despertei Não havia mais bebidas nem risos Apenas tratores Passavam errantes Perigosamente Em minha cabeça. Apenas de vez em quando Um silêncio gritante Cortava minha ressaca Como um estampido sem bala.
Hoje é meu aniversário e quem ganha o presente são vocês, leitores! Deixo para seus olhos anseios as memórias de aniversários passados; um poema-lembrança descaradamente inspirado no poema "Profundamente", de Manuel Bandeira.
Hoje a tarde apresenta um dia meio nublado com tímidos raios de sol, ressaca da maior e mais bela lua cheia vista no céu de 2012. Hoje, também, um novo talento brilha, mais radiante que a lua de ontem, muito mais intensa que o sol de hoje, e compartilha suas solidões poéticas no blog: é a artista valenciana Cíbila Farina, musa, amiga, cantora, encantadora intérprete, agora também estrelando suas próprias poesias.", contou-me Cíbila... Um amigo que se vai é o que não se deseja a ninguém.".
Um poema de Cíbila Farani para refletir, para lembrarmos dos amigos, que, em nosso coração, sempre se vão cedo demais, deixando uma lágrima brilhante em nossa tristeza, como o sol que hoje invade as nuvens nubladas e serenas...
Hoje compartilho meu tributo poético ao músico, compositor e vocalista da banda Os Paralamas do Sucesso, Herbert Vianna, que fez aniversário ontem. Há também referências à banda que Herbert lidera e aos próprios títulos de dois de seus álbuns solos. Speed Racer na estrada da poesia Speed racer sem lenço nem documento Lá está ele em seu carro de poesia Seguindo apressado a estrada da vida.
Hoje compartilho meu tributo poético ao músico, compositor e vocalista da banda Os Paralamas do Sucesso, Herbert Vianna.
Mateus protagonizando uma das cenas do filme "Bullying - O filme" Hoje compartilho o curta-metragem "Bullying - O filme", dirigido por mim e interpretado por alunos da E. M. Alcino Francisco da Silva, escola de Teresópolis/RJ, onde leciono. "Bullying - O filme" é um curta-metragem de alerta para os perigos da violência na escola. Foi realizado dentro da E. M. Alcino Francisco da Silva, durante o primeiro bimestre de 2012, e é baseado em textos do último nono ano da E. M...
Hoje compartilho o curta-metragem "Bullying - O filme", dirigido por mim e interpretado por alunos da E. M. Alcino Francisco da Silva, escola de Teresópolis/RJ, onde leciono.
Em homenagem a Musset, em homenagem a todas as mulheres que passam vibrantes diante de nosso olhar juvenil apático de nervosos desejos, em homenagem à intensidade que adormece no tédio nosso de cada dia, eis minha última peça tragipatética-poética ultra-romântica, publicada em meu terceiro livro.
Hoje é o Dia do Trabalhador e, lembrando as palavras do sábio historiador Lucimauro Leite, essa não é uma data para se festejar, e sim para reivindicar melhores condições de trabalho.
Declamo o poema "Maravilhosa Jane" no "Identidade Cultural & Movimento Culturista", evento organizado por Janaína da Cunha. O poema é uma homenagem aos beats, a Bob Dylan, ao livro "Parque de diversões da cabeça", de Ferlinghetti, e ao conto imaginário "O cachorrinho riu", do personagem Arturo Bandini, do escritor John Fante, e contou com o acompanhamento musical de Marcio Araujo, instrumentista indicado por Wlad Bernardes.
A prosa poética de Laura Roberto é o mais belo retrato de nossa contemporaneidade caótica, fragmentada, liricamente angustiada, buscando cacos da humanidade quebrada. Boa leitura!
Fã-nática por Engenheiros do Hawaíi, dona de um lirismo ousado e camaleônico, vencedora de diversos concursos poéticos, Juliana Guida Maia vira a nós, leitores e amantes, de ponta a cabeça com seu poema invertido sobre o sentimento-delírio-exatainexatidão chamado amor.
Hoje é o Dia Internacional da Dança! Em homenagem a minha completa falta de balanço, posto hoje um poema mal dançado, uma dança embriagada, inspirada na "A valsa", do poeta ultra-romântico Casimiro de Abreu, publicada em meu quinto livro "Eu e outras Províncias" (2008). Pra ser lido ao som de "Eu não sei dançar", de Marina Lima.